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Lisboa cidade linda e romantica «» A nossa capital
Elvas a bela e querida cidade que me viu nascer

Rio Guadiana
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Paco Bandeira

ELVAS, A MINHA CIDADE, ONDE ADORARIA TER VIVIDO MAS QUE A VIDA NÃO DEIXOU

Vou aqui pôr algumas fotografias da minha querida cidade que, embora só tenha lá vivido até tenra idade, recordo ainda alguns dos locais onde brinquei. De Lisboa, cidade afinal onde cresci, haveria muito mais que contar, e talvez até vá acontecer, embora não seja esse o propósito. Mas foi em Lisboa que fui adolescente, namorei. casei, tive filhos e netos. Há porém qualquer coisa que nos fica no subconsciente, são os primeiros anos de vida, as primeiras brincadeiras, os primeiros amigos que não esquecemos, embora já não os conheçamos se os vermos; a idéia que temos deles é de quando eramos muito pequenos, e os muitos anos passaram sem que nos tivessemos visto mais. Como não sou escritor, os factos que aqui vou narrar, não ficarão, concerteza, devidamente encaixados, e a prosa também sofrerá de muitas criticas mas, será escrita como sei e sinto.Por esse motivo irei, pelo menos, fazer transcrições de artigos das noticias que for lendo nos jornais e no que for vendo na internet, e que os seus autores não me levem a mal .

Primeiras imagens onde brinquei e que recordo:

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Aqueduto das Amoreiras, Rua da Carreira e Castelo

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Brazões da Cidade de Elvas

fonte da misericorlargo 25 Abrilpc25abril_2.jpg foorte st_luzia.jpg Figura - Igreja de Santa Maria dos Casados, entrada.jpg
Fonte da Mesericórdia, antes estava junto ao hospital, onde muito brinquei, Forte de Santa Luzia e Igreja de Santa Maria dos Casados

se de Elvas.jpg vista_geral da cidade Elvas.gif muralhas de Elvas.jpg
Sé-Igreja N.Srª.Assunção,Vista geral da Cidade e Muralhas da Cidade

" Não podia deixar de transcrever este artigo, trata-se de falar sobre o património de Elvas"
As Notícias de Elvas Entrelinhas © Linhas D'Elvas nº 2408 de 27-6-97 by António F Góis Muitos povos cometeram e continuam a cometer o erro crasso de não valorizar as suas próprias riquezas. Quanto mais belo e imponente é o seu património maior é o desleixo. Elvas adoptou esta máxima. Infelizmente Um dos locais mais emblemáticos da nossa cidade é sem dúvida o Forte da Graça que juntamente com o ex-libris da cidade - o aqueduto da amoreira, as muralhas e o Forte de Santa Luzia constituem as peças mais brilhantes do nosso "Museu vivo".O Forte de Nossa Senhora da Graça, implantado a norte, num monte da Graça a cerca de 1Km do centro da cidade, obra de arte da arquitectura militar mandada construir pelo Conde de Lippe, em 1763, depois das guerras da Restauração, demorou 29 (vinte e nove) anos a ser feita. Foi chamado inicialmente Forte de Lippe, por associação ao nome do marechal-general ao serviço do Marquês de Pombal que teve como missão reorganizar o exército português, pois sob as ordens do Conde vindo de Inglaterra que a obra se iniciou. Mais tarde, Dª Maria I alterou-lhe o nome para o actual Forte de Nossa Senhora da Graça.Em 1763, trabalhavam na obra 6 mil homens e 4 mil bestas e a sua direcção estava a cargo do engenheiro Francês Etienne que mais tarde foi substituído pelo coronel Guilherme Valleré, tendo sido exigido um esforço enorme à população da região, como se pode imaginar já que até as carretas dos lavradores chegaram a estar embargadas para serem utilizadas no transporte de pedras e madeiras. O custo total da Obra orçou em cerca de 768 mil réis, uma fortuna para a época.Este forte foi durante quase dois séculos uma das peças mais valiosas na defesa da soberania e independência da nação, pelo respeito que às suas 144 bocas de fogo impunham, evitando a conquista do monte da Graça onde por várias vezes as linhas inimigas se colocavam nos cercos à cidade.Estudado pelo mundo inteiro como uma das mais valiosas peças do género, tem servido para historiadores, arquitectos e engenheiros compreenderem e estudarem nos seus ramos científicos, considerada uma obra prima da arquitectura militar. Tive a sorte de por lá ter passado algumas tardes (há mais de quinze anos) e confesso-vos que ainda hoje não me esqueço das muralhas da imponente porta de entrada com a casa amarela de telhado cónico pequeno bem lá no alto, da ponte entre a muralha e zona interior, dos grandes portões de madeira, da cisterna e obviamente dos seus quatro baluartes que são dignos de se ver. Lá bem no cimo, a distância que a vista alcança parece não ter fim. Cá de baixo, mais parece uma estrela do mar de grandes proporções que ali se deixou cair. Repito digno de ser visto Mas, aí está uma das questões mais importantes. Quantos elvenses já lá se deslocaram? Já o viram e o observaram? Não será difícil responder, já que não serão muitos.Primeiro porque era um reduto militar, tendo sido mesmo usado durante muito tempo como presídio e por último de depósito disciplinar, logo interdito. Depois quando os militares de lá saíram, em 1 de Julho de 1989, ficou desprotegidamente ao alcance do selvagem e mais inqualificável vandalismo. Hoje carece de merecidos cuidados. Este nosso País que tanto quer apostar no Turismo deixa-se ficar pelas intenções sucessivos Governos das duas cores esquecem o mais valioso património e... vendem sol! Gastar rios de dinheiro em campanhas televisivas é fácil, mas não barato e muito menos nos dá milhões. Para as autarquias fica o ónus de tratar das «pedras». Não seria primeiro necessário apoiaar as Câmaras na restauração do património e na criação de condições para a sua manutenção. Ou não é mais barato manter que reconstruir. Transformar o Forte da Graça (a mesma receita vale para o Forte de Santa Luzia) num Museu com actividades, tornando-o num "Museu Vivo", possibilitando também a implantação de um restaurante ou de uma estalagem/hospedaria de modo a construir um fonte de verbas que se podiam utilizar na manutenção e preservação do espaço. Seja de que forma for, que o Forte da Graça não continue em desgraça. Apoio do Jornal "Linhas De Elvas" | Voltar | Mantido por: Luis Porfírio
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Aqueduto das Amoreiras, Arcos, e Portal do Forte da Graça

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Uma das Vigias da Muralha e Portas de Olivença

< ERA EU CRIANÇA QUANDO NASCEU O SPORT LISBOA O ELVAS>
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< ARTIGO COPIADO DE AS NOTICIAS DE ELVAS>

ELVAS C.A.D.

50 anos de História

E parece que foi ontem que nasceu. O tempo, veloz como o vento, passa despercebido, deixando boas e más recordações, que poucos, infelizmente, poderão já testemunhar porque, a pouco e pouco, foram deixando o nosso convívio, cumprindo inexoravelmente a promessa que é feita ao nascer, já que a vida é o tempo que decorre desde o nascimento até à morte. E como nasceu O ELVAS ? Eis uma pequena história que poucos conhecem: Estamos na época 46/47. A nossa cidade, em 45/46, havia vestido as suas melhores galas para receber as imponentes embaixadas futebolísticas que, de norte a sul do País, se deslocavam para conhecer a fidalga senhora que antes, guardada pelas suas seculares e sumptuosas muralhas, ocultava todo o seu riquíssimo tesouro, posto enfim a descoberto pela façanha gloriosa de uns quantos guerreiros sem nome. Para os saudosistas que possam ainda existir, lembraremos que foi o Sport Lisboa e Elvas que conseguiu provocar no meio desportivo da nossa urbe, a maior revolução futebolística de todos os tempos, inundando o País de curiosidade, entusiasmo e admiração. A filial do Benfica disputava o campeonato nacional da primeira divisão, no segundo ano consecutivo. E porque atravessava um momento menos bom no tocante a finanças, recorreu ao clube sede para a necessária ajuda, que lhe foi negada com o pretexto de nunca terem subsidiado financeiramente qualquer filial, e nem se encontravam em condições de o poder fazer. Nada mais claro e absorvente. Não caiu bem no ambiente desportivo da cidade a renúncia do Benfica em ajudar a sua filial nº 6, dando lugar a um oportuno e sentido desapontamento, e a confissões pouco lisongeiras quanto ao relacionamento pai-filho entre as sedes e os clubes satélites. E o ambiente filial começou por perder a crença e a pensar em escolher outros rumos, através de conversações entre os dirigentes das duas filiais, concluindo que, transformando os dois clubes num só, a cidade ganhava um representante que não tinha, valorizado com o reforço dos jogadores e dos sócios dos dois clubes. Além disso, acabava-se de vez com a demolição do muro, irreversível, da rivalidade que só prejudicava a legitimidade dos seus intentos. E a ideia frutificou e teve o seu epílogo, com o beneplácito dos desportistas mais sensatos, mais compreensivos e menos fanáticos. elvas_cad.gif (2856 bytes) E "O Elvas" Clube Alentejano de Desportos surgiu da fusão e ocupou o lugar do Sport Lisboa e Elvas no campeonato nacional da 1ª divisão, e os elvenses amantes do futebol continuaram vivendo a legria que grassava na cidade, um entusiasmo gritante, que ecoava fervorosamente nos dias dos jogos. Depois e através destes promissores 50 anos, os dirigentes, temendo as vagas sinistras do vendaval que assolou e ruíu as estruturas, mal preparadas, do futebol português, têm tido dificuldade em manter a chama gloriosa, de modo a não se apagar de todo. Apoio do Jornal "Linhas De Elvas" | Voltar | Mantido por: Luis Porfírio

Já tinha esta imagens com excepção da vela, inclui-as de novo para respeitar o artigo
aamoreira.jpg    Elvas.jpg bcaia.jpg elvas  vela.jpg vista_geral da cidade Elvas.gif

Elvas a cidade o concelho
O conselho de Elvas, com uma população residente de 30 mil pessoas, das quais 18 mil se concentram na cidade, tem potencialidades para um rápido desenvolvimento que se deseja. Os 12 km que separam a cidade de Espanha e a boa ligação rodoviária ao litoral conferem a este conselho alentejano uma localização de privilégio, com influência decisiva nas desenvolvidas actividades comercial e turística. Aqueduto da Amoreira. Ao redor de Elvas, num raio inferior a 20 km, encontramos as sete freguesias rurais do concelho: em Santa Eulália ou em Barbacena, em São Vicente ou em Vila Fernando, na Terrugem, em Vila Boim ou em São Brás e São Lourenço encontramos pequenas localidades onde a tradição alentejana assume a sua expressão e onde podemos encontrar variados exemplos do rico artesanato elvense. Na cidade, o Aqueduto da Amoreira, as inúmeras igrejas ou o conjunto de Museu e Biblioteca aconselham uma visita mais promenorizada. A actividade comercial de Elvas tem tido um grande surto de desenvolvimento, ao longo dos últimos anos; um facto ligado à procura que os produtos portugueses têm por banda dos compradores espanhóis. Vista parcial da cidade. Na agricultura, os cereais e a azeitona são os produtos de maior produção, se bem que não se possa esquecer outras culturas específicas de regadio, na área dependente da albufeira da barragem do Caia. É dos olivais da região de Elvas que nascem as famosas azeitonas de conserva tão apreciadas. A fabricação de frutos secos, e entre estes, as ameixas de Elvas. Novos projectos nas diferentes áreas da actividade económica e as vantagens da adesão de Portugal à CEE são um estímulo para o desenvolvimento do conselho. Uma estadia em Elvas pode proporcionar, com pequenas deslocações, o encontro com actividades muito diferenciadas. O turismo rural começa agora a ser introduzido na região, a pensar em especial nos que pretendem fugir, por uns tempos, ao desgaste dos grandes centros urbanos. Barragem do Caia. Os apreciadores de pesca têm à sua disposição o vale do Guadiana ou a barragem do Caia; esta última pode constituir uma chamada aos praticantes das modalidades náuticas. A caça, num terrena mais ondulado que a característica planura do Alentejo, é também um convite aos seus amantes. Vir até à região de Elvas obriga a um contacto com a sua gastronomia: as sopas de pão, as carnes de porco ou de borrego, os enchidos, as azeitonas, as ameixas ou o cericaia são escolhas obrigatórias de quem venha até terras elvenses. Por Luis Trindade -:- Última modificação a : Wed, 06 Aug 1997 11:33:42 GMT

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História
Tomada aos árabes em 1166 por D. Afonso Henriques, foi perdida depois; reconquistada em 1200 por D. Sancho I, novamente voltou ao poder dos mulçumanos; D. Sancho II retomou-a em 1226, abandonando-a logo a seguir, mas em 1229, ano em que lhe concedeu foral, ficou definitivamente incorporada no território português. Em 21 de Abril de 1513, D. Manuel I confere-lhe o título de cidade e em 1570, D. Sebastião elevou-a a Sede Episcopal, extinta em 1882. Celebraram-se no Castelo de Elvas, em 1361, umas Cortes que ficaram históricas por nelas ter falado, pela primeira vez, o povo. A história de Elvas está ligada à Independência. Em 1336, o Rei de Castela Afonso IX, sogro de D. Afonso IV, cercou Elvas mas não conseguiu tomá-la (Batalha do Salado). Cavaleiro armado empunhando estandarte Quando das guerras entre D. Fernando e Castela, a Praça de Elvas teve papel de relevo. Em 1381, D. João Rei de Castela, concentrou tropas e cercou Elvas sem resultado. No ano seguinte D. Fernando veio de Lisboa para Elvas reunir-se às tropas aqui concentradas para atacar os castelhanos, mas não chegaram a bater-se. Fez-se a paz e combinou-se o casamento de D. Beatriz, filhas de D. Fernando, com D. João I, de Castela. Quando D. Leonor Teresa proclamou, depois da morte de D. Fernando, D. João de Castela Rei de Portugal, Elvas amotinou-se. O povo, com Gil Fernandes (grande patriota elvense) a comandá-lo, assaltou o Castelo, prendeu o alcaide, que era Pedro Álvares, irmão de Nuno Álvares, e pô-lo fora. Gil Fernandes salvou-o de ser morto pelo povo enfurecido. Depois de aclamado D. João I, o Rei de Castela cercou Elvas, que foi defendida pelo seu alcaide, que era Gil Fernandes, valentemente. O cerco durou 25 dias mas os castelhanos tiveram que retirar-se. Depois da Batalha de Aljubarrota, foi de Elvas que partiu o Condestável para a batalha de Valverde, que ganhou (1385). Ao perdermos a Independência, no século XVI, o Duque de Alba ocupou a cidade por traição. Elvas teve uma importância capital na Guerra da Restauração. Aqui foi D. João IV proclamou Rei, em 3/12/1640. A seguir foi nomeado Governador da Praça João da Costa (Mestre de Campo). Em meados de 1641 e em Setembro do mesmo ano foi Elvas atacada pelo General Monterey, que foi repelido. Da última vez foi o Governador ao seu encontro, extra muralhas, e Moterey teve que retirar depois de curto combate. Em 1644 novo cerco e ataque a Elvas pelo General Torrecusa, com 15.000 homens e nova heróica e indomável resitência de Elvas. Praça de Elvas com o Forete de Santa Luzia Mas o maior feito heróico, a que o nome de Elvas está ligado, á "Batalha de Linhas de Elvas", que teve altas consequências morais e materiais para os portugueses, vindos da esplêndida vitória alcançada no dia 14 de Janeiro de 1659. O Comandante das poderosas tropas castelhanas era Luís de Haro que investiu contra a Praça de Elvas e a cercou três meses. A guarnição elvense (11.000 homens, reduzidos por numerosas epidemias) resistia sempre aos 14.000 homens, 2.500 cavalos e numerosas artilharia castelhana. Logo de início, o seu Comandante André de Albuquerque, conseguiria passar as linhas castelhanas com outros oficiais e fora juntar-se ao exército de socorro organizado pelo Conde de Vila-Flor. Compunha-se de 8.000 infantes (2.500 regulares), 2.900 cavalos e 7 peças de artilharia. Saíram de Estremoz dia 11 e chegaram frente a Elvas dia 13. Na manhã de 14 o General Castelhano D. João Pacheco que saiu a reconhecer as nossas tropas, pensou que não atacaríamos nesse dia. D. Luís de Haro ordenou ao exército que reforçava a linha fronteira, que fosse para os quartéis. O nevoeiro que existia dissipou-se e o dia aparece cheio de sol. Os portugueses, que já na véspera se haviam preparado para a batalha, tiveram ordem de atacar. Mil homens escolhidos, na frente, comandados pelo Mestre de Campo, General Diogo Mendes de Figueiredo; 3.000 infantes, 1.200 cavalos comandados pelo Conde de Mesquitela e André de Albuquerque, na vanguarda; e ainda o grosso de tropas, 800 cavalos e artilharia, comandada por Afonso Furtado de Mendoça. D. Luís de Haro tentou remediar o mal feito, mas as nossas tropas entraram nas suas linhas, conquistaram um fortim e ao fim de algumas horas de luta renhida, tomaram mais fois fortins. Na luta perdeu a vida André de Albuquerque, muitos oficiais e soldados. Os castelhanos foram abatidos com imensas baixas e retiraram em desordem deixando inúmeros despojos. Também na Guerra da Sucessão Elvas teve, igualmente, um importante papel, pois aqui concentrou o Marquês de Minas as suas tropas para atacar a Espanha, onde tomámos Placência e Alcântara. Em 1706 e 1711 foi atacada pelo Marquês de Bay, mas repeliu sempre os ataques com grandes perdas para o inimigo. Na curta guerra de 1801, os espanhóis cortaram a ligação de Elvas com o exército português, e o seu Governador, D. Francisco Xavier de Noranha, foi convidado a render-se. Este respondeu, bravamente, que enquanto houvesse pedra sobre pedra nos baluartes, um soldado que podesse disparar um tiro e fosse vivo o General Comandante, ninguém falaria em capitular. O inimigo retirou-se. Entre D. Pedro e D. Miguel, Elvas escolheu ser miguelista (1823-1827). Em Elvas se fez a paz entre alguns contentores: D. Dinis com o seu irmão D. Afonso, em 1292; D. Fernando com o rei de Castela D. João I, em 1382. Também se celebraram casamentos ilustres: # D. Beatriz, filha de D. Fernando, com D. João de castela, em 1383; # infante D.João, filho de D. João III, com D. Joana, filha do Imperador Carlos V, 1552; # D. Teodósio, Duque de Bragança, com D. Ana de Velasco, em 1603; # do filho destes, D. João (mais tarde D. João IV) com D. Luísa de Gusmão (1633); # e D. José, Principe do Brasil (mais tarde Rei de Portugal) com D. Maria Anna de Bourbom, em 1719. Por Luis Trindade -:- Última modificação a : Wed, 06 Aug 1997 11:33:51 GMT 1

ARTIGOS COPIADOS DO ENDEREÇO "HTTP://WWW.GEOCITIES.COM/ATHENS/7028/ELVAS.HTML
acoutada.jpg ANTA DA BARCARENA.jpg amiguel.jpg SMiguel.jpg amontevelho.jpg ANTA OLIVAL MONTE VELHO.jpg atorrao.jpg

Época Pré-Histórica

Contexto Histórico
Até ao Neolítico a região de Elvas seria povoada apenas por pequenos bandos de recolectores. Não domesticavam animais nem plantas e desconheciam o hábito da fixação à terra. Lentamente terão surgido mudanças. Por essa época, a natureza animal e vegetal começa a ser controlada; o nómada vai-se sedentarizando e surgem novas técnicas, como a pedra polida, a olaria e a tecelagem. As suas povoações situavam-se em locais abertos, sem grandes condições naturais de defesa, mas que permitiam um certo controle da paisagem envolvente; depois de instalados num local, ali permaneciam até ao esgotamento das terras. As suas cabvanas eram construídas à base de pedras, canas e ramos, por vezes revestidas a barro. Os monumentos megalíticos são o que de mais palpável nos resta a testemunhar a vida espiritual dos seus construtores, e as novas relações sociais baseadas numa maior organização e interdependência. Para além do esforço físico que implicava erguê-los, era imprescindível a existência de excedentes alimentares, que permitissem edisponibilizar parte da comunidade para um trabalho não produtivo. A perpetuação desta produção excedentária implicou, po sua vez, e a longo prazo, o aparecimento dos primeiros povoados fortificados. A separação dos ofícios, ou funções especializadas do trabalho comunal sé se iria progressivamente implantar com a introdução da metalurgia e consequentes alterações da vivência social, realçando prestígio e poder aos seus conhecedores, e abrindo decisivamente caminho às primeiras formas de diferenciação social. Anta do Alto de Miraflores Herdade de Fontalva Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta da Cabeça Gorda Herdade de Fontalva Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta da Coutada de Barbacena Anta da CoutadaDois dos quatro esteios da câmara actualmente conservadores servem de suporte à laje de cobertura. O corredor é composto por quatro esteios. Parte da mamoa ainda existe. Barbacena Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta de D. Miguel Anta de D.MiguelNão existem vestígios de corredor, sendo a câmara composta por cinco esteios. Conserva-se parte da mamoa. Herdade de Fontalva Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta do Olival de Monte Velho Anta do Monte VelhoUm dos esteios encontra-se partido ao meio e estando a metade superior tombada no interior da câmara. Herdade de Fontalva Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta do Porto de Cima de D. Miguel Herdade de Fontalva Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta da Torna do Paço Pereira Herdade de Fontalva Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Anta do Torrão Anta do TorrãoA câmara é composta por oito esteios, não havendo actualmente quase nenhums vestígios da mamoa envolvente. Herdade do Torrão Freguesia de Barbacena M.N., Decreto Nº 29604 de 16-5-1939 Por Luis Trindade -:- Última modificação a : Wed, 06 Aug 1997 11:41:36 GMT 1
planta.jpg planta.jpg Época Romana Neste período da história de Elvas não encontramos nenhum achado arqueológico que tenha sido já objecto de classificação. Porém nesta região encontramos Villas e Castros datados do séc. I A.C ao séc. IV D.C., relativamente ás Villas encontra-se em escavação a Villa Romana da Quinta das Longas, ao km - 7.8 na estrada Elvas-Santa Eulália-Portalegre, cujo trabalhos tem sido realizados pelo Dr. António Carvalho. Planta da Quinta das Longas (Pars Urbana)Esta Villa já referenciada no séc. XIX por Vitorino de Almada, apresenta na sua Pars Urbana algumas divisões do qual destacamos: a sala tripla de abside, a exedra e o peristilo. Neste conjunto destaca-se ainda os tanques situados a norte e a sul e o espelho de água a norte da abside. Nesta escavação foram encontrados também vário material de cerâmica, ( fundamentalmente objectos de utilização quotodiana ou de luxo) inclusivamente de exportação que reflete o poder económico e o nível cultural do proprietário desta Villa nesses tempos remotos. Outras Villas são referenciadas mas não confirmadas, relativamente aos Castros destaca-se o Castro de Segóvia, na estrada Elvas-Campo Maior ao km - 7, a sua ocupação é referenciada para a Idade do Ferro tendo sendo utilizadado com frequência desde tempos Romanos até quase ao séc. XIX para fins militares. Este Castro deve o seu nome á raiz Céltica, "Sego", que indica vitória, portanto local de vitória, o que faz com que os investigadores defendam a tese de que este espaço seja da Idade do Ferro. Entre os vários Castros destacamos: o Castro do Castelão de Baixo - situava-se em Santa Eulália e possuia duas cinturas de muralhas, o Castro do mesmo nome, o Castro de Gáfete, que se situava na Terrugem, o Castro de Atalalião, que se situava na Torre Grande, o Castro da Vinagueira em Santa Vitória e ainda o Castro Elvira, que deve corresponder ao espaço onde se edificou o Castelo de Elvas. Entre os vários achados arqueológicos destacam-se: medalhões, marcos funerários, mosaicos, cerâmicas de períodos diferenciados da época romana e ainda inscrições várias de cidadãos romanos que viveram ou foram homenageados pelas populações que aqui viveram.
castelo.jpg ELVAS MEDIEVAL.jpg idomingos.jpg DOMINICOS OU S. DOMINGOS.jpg ipedro.jpg  Elvas.jpg Época Medieval Castelo Castelo com Torre hexagonalActualmente em forma de quadrilátero, foi mandado reedificar em 1226, por D.Sancho II, tendo sofrido modificações e aumentos, nomeadamente com D.Dinis, D.João II e D. Manuel. A entrada da alcáçova faz-se por uma porta aberta na muralha entre as duas torres principais, ameadas, sendo a da esquerda a Torre de Menagem, reconstruída em 1488. Regista as adaptações da fase de transição para o sistema abaluartado. Costa de Vila Fria, na parte NE, da antiga povoação. Freguesia de Alcáçova M.N., Decreto de 27-9-1906, publicado a 9-10-1906; Decreto de 16-6-1910 Boletim Nº 54, da D.G.E.M.N. Castelo de Fontalva Fortaleza medieval, contruída sobre vestígios romanos e árabes, foi transformada em residência solarenga acastelada no tempo de D.João III. Na margem direita da ribeira de Fontalva, à cota de 330m. Freguesia de Barbacena I.I.P., Decreto Nº 129/11 de 29-9 Igreja dos Domínicos ou de São Domingos Igreja de São Domingos Fundada em 1267, só conserva desta época a ábside da capela-mor. Teve grandes modificações ao longo dos tempos. A fachada é do séc. XVII, com modificações posteriores. O pórtico é barroco com larga cimalha e frontão ladeado por anjos. Dois portais mais pequenos, com forjões e coruchéus, e três janelões sobrepostos, completam a frontaria até à altura do remate superior com volutas, nicho e pináculas. O interior é de três naves com cinco tramos. Os altares laterais, do séc. XVIII, são de mármore. Largo de São Domingos Freguesia de Ajuda e Salvador M.N., Decreto de 16-6-1910 Z.E.P., D.G., 2ªSérie, Nº 83 de 8-4-1953 Igreja de São Pedro Fachada da Igreja de S. PedroDo séc. XII, foi sucessivamente restuarada nos sécs. XVII, XVIII e XIX. Da primitiva traça resta o pórtico românico-gótico, de granito, com três colunelos de cada lado. A fachada é baixa e larga, do séc. XVIII. O zimbório, que corresponde à capela-mor, tem um lanternim. A torre sineira possui quatro olhais, duas frestas e remate em cúpula cónica. O interior é de três naves divididas por quatro arcos de volta redonda. Rua de São Pedro Freguesia de Caia e São Pedro M.N., Decreto de 16-6-1910 Z.E.P., D.G., 2ª Série, Nº 42 de 19-2-1960 Por Luis Trindade -:- Última modificação a : Wed, 06 Aug 1997 11:37:46 GMT

aamoreira.jpg    Elvas.jpg forte.jpg  Elvas.jpg fortedragao.jpg  Elvas.jpg idominicas.jpg se.jpg vistase.jpg iterceiros.jpg  elvas muralhas1.jpg  Elvas.jpg muralhas2.jpg padrao.jpg pelourinho.jpg pajuda.jpg

Época Moderna Aqueduto da Amoreira Aqueduto da AmoreiraA sua construcção iniciou-se em 1498, sob o risco de Francisco de Arruda e, posteriormente, de Afonso Álvares, Diogo Marques e Pero Vaz Pereira que o conclui em 1622. Tem uma extensão de cerca 7.800 metros. A parte principal é rasgada por quatro andares de arcadas que se apoiam em contrafortes cilíndricos. Foi alvo de importantes obras de conservação no século passado. M.N., Decreto de 16-6-1910 Z.E.P., D.G., 2ª Série, Nº 210 de 5-9-1956 Castelo de Barbacena Edificado no séc. XVI, de planta quadrangular, conserva os panos de muralha e torreões baixos. Foi em grande parte reconstruido no séc. XVII com obras de fortificação abaluartada. A entrada principal é desta época, com portal de pedra talhada em alvenaria formando um frontão com dois coruchéus e coroamento. Barbacena Freguesia de Barbacena I.I.P., Decreto Nº 47508 de 24-1-1967 Forte de Nossa Senhora da Graça ou de Lippe Forte da Nossa Senhora da Graça ou Forte de LippeÉ uma obra-prima da arquitectura militar europeia do séc. XVIII. Mandado contruir por D.José, no monte onde se encontrava a capela de Nossa Senhora da Graça, viria a completar o circuito defensivo da cidade de Elvas. Numa colina a 3km de Elvas M.N., Decreto de 16-6-1910 Forte da Graça - Porta do Dragão Igreja das Domínicas Vista geral do interior do corpo octogonal do templo das DomínicasO seu orago é Nossa Senhora de Consolação. Edificada no séc. XVI, sofreu alterações no séc. XVII. O pórtico principal é renascença, com arco de volta redonda enquadrado por duas pilastras e cimalha, e encimado por um medalhão circular sustentado por duas volutas. Tem planta octogonal, sendo iluminada por um zimbório sustentado por oito colunas pintadas, de mármore. Realce para o revestimento integral de azulejos polícromos datados de 1659. No antigo Convento das Freiras de São Domingos. Largo das Freiras ou do Dr. Santa Clara. M.N., Decreto de 16-6-1910; Decreto Nº 14985 de 3-2-1928 Igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas Fachada principal da Igreja da Nossa Senhora da Assunção (antiga Sé)Edificada em 1517 sob o risco de Francisco de Arruda, sofreu importante alterações no séc. XVII. Na fachada principal, rasga-se um largo arco de volta redonda com base, capitéis e colunas de traça primitiva. As fachadas laterais apresentam contrafortes, botaréus, gárgulas, coruchéus e coroamento de merlões chanfrados. O interior é de três naves de abóbodas artesoadas, com bocetes armoriados. De salientar a azulejaria dos sécs. XVII e XVIII. Praça da República M.N., Decreto de 16-6-1910 Z.E.P.,D.G.,2ª Série, Nº 82 de 7-4-1953 Vista superior da antiga Sé, dominando a cidade Igreja da Ordem Terceira de São Francisco Vista da Igreja dos Terceiros de S. FranciscoEdificada entre 1701 e 1719, prolongam-se os trabalhos de acabamento por mais tempo, ostentando na porta a data de 1761. O interior é de uma nave, ampla, com silhar de azulejos historiados da mesma época. Destaque para a talha da capela-mor e para a imaginária. Largo dos Terceiros I.I.P., Decretos Nº 129/77 de 29-9 Muralhas e obras anexas da Praça de Elvas Cortinas e baluartesOs dois primeiros recintos amuralhados, com vinte e oito torres, são árabes, reconstruídos parcialmente por D.Sancho II. D. Fernando acrescentou-lhe um terceiro recinto, e, sobre este, levantou-se, no séc. XVII, a importante construcção abaluartada, obra-prima da arquitectura militar. Tem a forma de um polígono irregular, com doze frentes, sete baluartes e quatro meios-baluartes. Do sistema defensivo da praça forte, fazem parte os fortes de Santa Luzia e da Graça. Freguesia de Alcáçova Muralhas M.N., Decreto Nº 28536 de 22-3-1938; Decreto Nº 30762 de 26-9-1940; Decreto Nº 37077 de 29-9-1948 Forte de Santa Luzia Padrão de Elvas Padrão de Elvas Padrão comemorativo da batalha das Linhas de Elvas, mandado erigir por D. Afonso VI. EM mármore branco de Estremoz, é constituído por uma coluna toscana, com cerca de cinco metros de altura, assente sobre um pavimento quadrado, para o qual se sobe por três degraus. Sobre o capitel está colocado uma coroa real. Sítio dos Murtais, num outeiro a N. da cidade, perto da capela de Santo Amaro Freguesia de Alcáçova M.N., Decreto de 16-6-1910 Pelourinho de Barbacena Assente num pedestal de três degraus, é composto por uma base circular com com duas molduras, fuste liso com moldura ao centro e capitel prismático. Termina com uma pequena esfera. Apresenta ainda os ferros. No centro da povoação de Barbacena Freguesia de Barbacena I.I.P., Decreto Nº 23122 de 11-10-1933 Pelourinho de Elvas Pelourinho de Elvas Assente num pedestal de cinco degraus, tem base poligonal, fuste cilíndrico, torso, e capitel primático. Toda a coluna é decorada com pequenas semi-esferas, incrustadas. Conserva ainda os ferros. Largo Dr. Santa Clara I.I.P., Decreto Nº 23122 de 11-10-1933 Ponte de Nossa Senhora da Ajuda Ponte da AjudaEstabelecia a ligação com Olivença, e foi destruída por motivos de estratégia militar. Elvas I.I.P., Decreto Nº 47508 de 24-1-1967 Por Luis Trindade -:- Última modificação a : Wed, 06 Aug 1997 11:39:45 GMT

Outras imagens de inreresse igualmente copiadas

Santuário da Piedade santn.jpg
Origem da romaria do Senhor Jesus da Piedade No verão de 1736, o Padre Manuel Antunes dirigia-se à Horta dos passarinhos de onde recebia rendimentos e pitanças, como capelão da propriedade, legada por Diogo Manuel, o Marquês (de uma familia rica). Seguia das portas da Esquina , numa mulinha , e caíu, ficando muito ferido. Voltou a montar com dificuldade e tornou a cair. Ferido e quase inconsciente, seguiu a pé, julgando ser capaz de chegar, até bater num montículo de pedras onde se erguia uma cruz a assinalar, naquele local, a morte do lavrador da Torre dos Arcos. Sem forças, ajoelhou-se junto da tosca cruz e prometeu mandar repará-la e celebrar uma missa no local, se consegui-se chegar á Horta sem mais precalços e não tivesse mau resultado das quedas desastrosas que dera. Passou o verão em que recuperou a saúde, sem incidentes, e cumpriu a promessa.o milagre conhecido, fez com que os que se encontavam em transe aflitivo recorressem ao "Senhor Jesus da Piedade" como assim lhe chamaram daí em diante. Mais milagres, mais promessas cumpridas. Ergueu-se uma capela (depois igreja), os ex-votos aumentaram e o seu número atingiu os milhares que hoje vemos, tão impressionantes alguns, tão curiosos outros. Museu dos Ex-Votos Assim nasceu a romaria do Senhor Jesus da Piedade a qual se realiza há mais de 200 anos, coincidente com a feira de S.Mateus de 20 a 25 de Setembro, sendo ambas as mais célebres do sul de Portugal e com grande fama em Espanha. Estas festas iniciam-se com a caracteristica Procisão dos Pendões e inclui três festividades religiosas na Igreja que dá o nome à Romaria, nos dias 21, 22, e 23 com oradores e "capelas " sempre escolhidos entre os melhores do País. No parque -onde se deslocam milhares de peregrinos da Fé, da Esperança e do Amor e outros à procura de alegria -há arraial com feérica iluminação, belo fogo de artifício (solto e preso), feira, descantes populares e mais divertimentos própios deste género de festas
ipvotos.jpg  Elvas.jpg Santuário
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Santuário Altar da Igreja da Piedade Está situada extra-muros ao poente da cidade a pouco mais de 1km. Tem três curiosísimas "Casas De Milagres" de um encanto e interesse extraordinários, com mármore trabalhado pelos mestres da cantaria da obra do Convento de Mafra. É uma igreja do séc.XVIII predominando na construção o estilo "D. João" . A capela-mor, com os seus mármores polícromos, ostenta certa sumptuosidade. Dois magníficos quadros de cyrilo Volkmar Machado, grande pintor do séc. XVIII, ornamentam os altares laterais. O da direita representa S.Pedro Apóstolo e do da esquerda a Virgem da Graça. A edificação é de uma só nave. Por Luis Trindade -:- Última modificação a : Wed, 06 Aug 1997 11:43:42 GMT.
IMAGENS MUITO ANTIGAS QUE EU COMENTO
Sem garantir e se a memória visual não me enganar, isto pelo prédio dos arcos, onde havia umas tabernas, será no largo onde vai desembocar a Rua de Évora e, quase em frente a rua que vai ao Largo da Senhora de Oliveira. E se assim for, será a largo da Misericordia onde estava a fonte, do mesmo nome, e que está agora no Largo 25 de Abril, largo que tinha o bebedouro dos cavalos. Mais tarde deve ter ido para esse largo o Hospital.Será ? A outra foto não sei se era o caminho para o cemitério.Em baixo é a Rua da Carreira que vem desde as portas de Olivença e vai até ao arco que dá para a praça onde está a Sé, Igreja de N.S. da Assunção à qual eu pertenço;seguida da imagem da antiga camara e rua da Cadeia que vai do largo da Misericordia até à rua da Carreira. penso que não estou enganado.Da Igreja do Casados não me lembro,mas. da Fonte da misericordia, desta imagem antiga ao pé do Hospital e frente à rua do Tabulado"salvo erro era o seu nome", que ia dar ao largo da senhora de Oliveira, onde morei",e onde acabava a Rua de Evora, desta imagem recordo muito bem, pois várias, muitas, vezes me banhei lá, a brincar com outros miúdos, fugindo das abelhas que por lá apareciam, por força da àgua que era sempre corrente. Como já vi, esta fonte foi para o antigo largo do tanque dos cavalos, ao pé do arco do hospital militar. Seguindo pelo arco do hospital havia um terreiro de onde se viam os militares, por baixo, penso que da manutenção militar; e quantas vezes o guarda da porta nos dava cacau e largava um borrego para a miudagem tourear. A seguir estão as portas de Olivença. Ainda lembro que saindo das portas de Olivença para o lado do hospital Milita, havia logo a seguir uma elevação de terreno a que chamavamos o "Torjão" para onde iamos brincar e onde montavam de vez em quando o circo. ISTO SÃO RECORDAÇÕES QUE SO OS DA MINHA IDADE E MAIS VELHOS LEMBRARÃOHá imagens que eu repeti prepositadamente, pois não quis deixar de respeitar os artigos que copiei. CONTINUA.............., quero continuar a conhecer a minha cidade
aquedutoantigo.jpg MUITO ANTIGO.jpg cadeia2antigo.jpg   Elvas.jpg carreiraantigo.jpg camaraantigo.jpg cadeiaantigo.jpg Figura - Igreja de Santa Maria dos Casados, anos 40.jpg misericordiaantigo.jpg olivencaantigo.jpg
Artigo copiado - de webmaster@tudoben.com 07.09.05 - 08.00

Cultura de Elvas vai a Lisboa A Câmara Municipal de Elvas foi convidada a estar presente, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na próxima sexta-feira, 9 de Setembro, para apresentar um trabalho sobre o forte investimento que tem feito na área cultural, numa sessão de trabalho promovida pelo Ministério da Cultura. Esta sessão, com abertura marcada para as 9 horas, vai ser presidida pela Ministra da Cultura, drª Isabel Pires de Lima. Ao longo de todo o dia, estão marcados três “worshops” com os temas seguintes: “Cultura e Competitividade”; “Cultura e Sociedade do Conhecimento e da Informação”; “Cultura e Coesão Económica e Social”. Elvas participa no primeiro “workshop”, com 2.15 horas de duração, sob o tema ”Cultura e Competitividade”, apresentando um trabalho audiovisual de 15 minutos, assente em quatro temas fortes: localização estratégica entre Portugal e Espanha, no centro de uma área que engloba Évora, Marvão, Cáceres e Mérida; museus Municipal da Fotografia e de Arte Contemporânea; recuperação e reutilização de edifícios no Centro Histórico; e candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial. Além de Elvas, neste “workshop”, são apresentadas as experiências de Lisboa, Óbidos, Portimão e Sagres. Este “workshop” vai ter comentário e reflexão da drª Helena Azevedo, gestora do Programa Operacional da Cultura (POC), enquanto o debate vai ser lançado pelo prof. Augusto Mateus, coordenador da equipa de Actualização e Avaliação do POC. Com esta presença de Elvas, o Ministério da Cultura valoriza o trabalho realizado pela Câmara Municipal e, ao mesmo tempo, vai ser reconhecido, perante uma plateia de reconhecido valor técnico, o enorme potencial patrimonial da Cidade, como catalizador do desenvolvimento turístico e económico. Gabinete de Informação e Secretariado CMElvas © 2005, Tudoben.com . Todos os direitos reservados. webmaster@tudoben.com
biblioteca.jpg fonte_mis.jpg fonte_mis1.jpg «» Biblioteca, fonte da Misericordia, agora no Largo 25 de Abril, ex-largo conhecido do bebedouro dos cavalos e a mesma fonte mas ainda no largo da Misericordia. (Texto e fotografias retiradas das "Noticias de Elvas") In: Fontes Antigas "O Aqueduto"

QUE ALGUÉM PENSE NAS CRIANÇAS DESTE PAÍS, E, NO CASO PARTICULAR, DAS DE ELVAS.

Copiei este artigo da colunista Paula Lebre porque achei muito bom. Ela que me perdoe. Carta aberta à Câmara Municipal de Elvas e aos Elvenses 10-10-2005 Paula Lebre - 08.45 H O actual governo aposta em “mudanças estruturais para conseguir a educação de qualidade e para todos” . Para isto foi elaborado um programa para “pôr em pratica políticas que consigam obter avanços claros e sustentados”. Tudo isto é necessário, mas não é suficiente! Sem um verdadeiro empenho das autarquias , dos professores e sobretudo sem a participação das famílias , nada resultará! A maioria dos pais e encarregados de educação apenas se envolvem com a escola quando têm um problema pessoal com o seu filho ou educando. Lamentavelmente os pais só são pais dos seus próprios filhos . Esquecem-se do dever de apadrinhar as outras crianças. A falta de consciência cívica reflecte-se numa ausência de consciência colectiva. Tenho muita pena que assim seja! Porque todos acreditam que ninguém dá nada a ninguém, quase ninguém ajuda todos. Os primeiros a contrariarem esta tendência, deveriam ser os políticos, já que são eles que deveriam exercer e transmitir o verdadeiro serviço público com verdade e com alguma dose de altruísmo , gerando um clima de maior confiança. No que diz respeito às escolas, é fundamental uma cooperação entre todos nós. Um género de protocolo moral . Apesar de tudo isto , os elvenses vão tendo boas noticias e assistindo a boas práticas . Enquanto que algumas salas de aula de outros lugares do nosso país, funcionam em contentores ou em anexos de morgues, as crianças elvenses vão ter um ar condicionado em cada sala de aula em todas as escolas do 1º ciclo. Apesar de não se poder considerar um luxo, num clima rigoroso tanto no Inverno com no Verão, a verdade é que as nossas crianças vão ter condições físicas que dignificam a pratica de ensinar e de aprender. A garantia do ensino do Inglês no 1º ciclo, de tempo ocupado com actividades desportivas, é outro bom exemplo de uma Câmara Municipal que tem as Escolas como prioridade. Faltam agora algumas Juntas de Freguesia completarem o circulo com a garantia de fornecimento de material que os professores precisam para exercerem com qualidade as suas actividades. Tenho consciência do esforço de recursos a que tudo isto obriga. Por isso, devo revelar publicamente aqui o meu reconhecimento e a minha gratidão à Câmara Municipal de Elvas pelo que já fez e pelo que disse que fará nas Escolas de 1º ciclo. ( Eu acredito!) Mas também sei que tudo isto não chega para haver um ensino de excelência , motor da cultura , da ciência e da tecnologia. Os pais têm um papel fundamental nas Escolas. As Associações de Pais ficam impotentes sem uma participação em massa dos encarregados de educação. Há ainda muito para resolver, há ainda muito para melhorar. Tudo é possível, mas é preciso também o empenho dos cidadãos para mostrar que merecemos. Só cumprindo com este dever fazemos valer os direitos dos nossos filhos. Com um governo que quer cumprir. Com uma Câmara que vai cumprindo Com muitos professores que cumprem Com uns cidadãos… O que poderia ser feito?…

Noticias e Imagens recolhidas da página do Municipio de Elvas «»Boa iniciativa«»(Da minha querida cidade que me viu nascer )

Circuito Turístico comboio_turistico.jpg Só com marcação por grupos (para o Posto de Turismo - Telf. 268 622 236) Adultos - 5 euros Reformados e Menores - 2,50 euros Crianças até 2 anos - gratuito Praça 25 de Abril, Av. Garcia da Orta, Portas de Olivença, ruas de Olivença e Carreira, Praça da República, Pelourinho, Castelo (paragem de 20m.), Rua dos Quartéis (paragem de 20m.), Portas da esquina, Rotundas do Aqueduto e Tribunal, Av. da Piedade, Santuário do Senhor Jesus da Piedade, Cidade Jardim, Av. de Badajoz, Fortim de São Pedro (paragem de 10m.), Forte de Santa Luzia (paragem de 50 m.), Zona Desportiva, Boa-Fé, Rui de Melo, Belhó, Aqueduto, Viaduto, Largo da Misericórdia, Rua de S. Francisco e Praça 25 de Abril. Circuito de Entretenimento Adultos - 2,50 euros Reformados e Menores - 1,50 euros Crianças até 2 anos - gratuito Praça 25 de Abril, Av. Garcia da Orta, Portas de Olivença, ruas de Olivença e Carreira, Praça da República, Pelourinho, Rua dos Quartéis (paragem de 20m.), Portas da Esquina, Rotundas doAqueduto e Tribunal, Av. da Piedade, Santuário do Senhor Jesus da Piedade, Cidade Jardim, Av. de Badajoz, Forte de Santa Luzia* (paragem de 40m.), Zona Desportiva, Boa-Fé, Rui de Melo, Belhó, Aqueduto, Viaduto, Largo da Misericórdia, Rua de S. Francisco e Praça 25 de Abril.
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Noticias e Imagens recolhidas da página do Municipio de Elvas

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A fundação de Elvas é atribuída aos romanos, dos quais existem vestígios em vários pontos do concelho, se bem que se suspeite que outros povos habitaram esta região anteriormente. No reinado de D. Afonso Henriques, em 1166, foi conquistada aos mouros pela primeira vez; reconquistada e perdida de novo, seria integrada em definitivo em território português em 1229, por D. Sancho II que, através de um Foral, lhe traça o caminho de liberdade e crescimento. O ano de 1513, com D. Manuel I, marca a elevação de Elvas à categoria de cidade. A localização de Elvas, sobre a fronteira, provocou sempre muita cobiça pela conquista da sua posição; daí o cuidado que foi colocado na defesa elvense. As suas linhas de muralhas e os Fortes de Santa Luzia e da Graça atestam-no com clareza; importante no desfecho da Guerra da Restauração foi a Batalha das Linhas de Elvas travada em 14 de Janeiro de 1659. Hoje, agora sobre uma fronteira muito mais esbatida, mas situada na ligação entre as duas capitais ibéricas, rasgam-se novos horizontes para Elvas; o futuro abre novos desafios, com outras batalhas a vencer. O concelho de Elvas, com uma população residente de 30 mil pessoas, das quais 18 mil se concentram na cidade, tem potencialidades para um rápido desenvolvimento que se deseja. Os 12 km que separam a cidade de Espanha e a boa ligação rodoviária ao litoral conferem a este concelho alentejano uma localização de privilégio, com influência decisiva nas desenvolvidas actividades comercial e turística. Ao redor de Elvas, num raio inferior a 20 km, encontramos as sete freguesias rurais do concelho: em Santa Eulália ou em Barbacena, em São Vicente ou em Vila Fernando, na Terrugem, em Vila Boim ou em São Brás e São Lourenço encontramos pequenas localidades onde a tradição alentejana assume a sua expressão e onde podemos encontrar variados exemplos do rico artesanato elvense. Na cidade, o Aqueduto da Amoreira, as inúmeras igrejas ou o conjunto de Museu e Biblioteca aconselham uma visita mais pormenorizada.
As Eleições na minha cidade. Os Alentejanos sabem bem o que querem
Aprenderam com as aldrabices que lhes pregaram
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ng1006136.jpg ng1006135.jpg ng1006137.jpg ng1006134.jpg ng1006139.jpg
O último a rir é sempre o que ri melhor
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Remodelada Casa da Cultuta, Portal do Forte Santa Luzia e Cidade sem Antenas

ELVAS, CIDADE MILITAR

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Elvas tem a Cidade e o Concelho surpreendidos e preocupados com a notícia da reestruturação do Exército, proposta pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, segunda a qual o Regimento de Infantaria n.º 8, aquartelado em Elvas, virá a ser encerrado. A acontecer, vai ser a despedida dos Militares de uma Cidade há séculos ligada à defesa da integridade e independência nacionais, como atesta a nossa arquitectura de forma eloquente. Elvas, ao longo das últimas décadas, tem sido uma Cidade por onde têm passado milhares de cidadãos portugueses, no cumprimento do serviço militar em diversas unidades: Regimento de Infantaria, Regimento de Lanceiros, Forte da Graça, Tribunal Militar Territorial, Manutenção Militar, Centro de Instrução e Condução Auto, Comando Militar da Praça, Hospital Militar e Casa de Reclusão. É a essas pessoas que a Câmara Municipal de Elvas vem fazer um apelo: que nos enviem o seu testemunho a propósito da possibilidade de encerramento da última unidade militar da Cidade e única do Distrito de Portalegre. As posições públicas devem ser dirigidas a Câmara Municipal de Elvas por: - correio Apartado 70 | 7350 – 953 ELVAS - fax 268 629 060 ou 268 624 334 - e-mail geral@cm-elvas.pt ou gabinete.informacao@cm-elvas.pt .
Este comentário é da responsabilidade de José Sanches

Nasci em Elvas e disso tenho muito orgulho, embora já tenha 67 anos e de lá tenha saído com 6. Por isso me entristessem estas notícias, quando através da internet, que utilizo com frequencia para ler também o que se passa na minha querida cidade; acabo também de ler, que os meus futuros conterrâneos vão passar a ter que nascer em Badajoz porque a nossa maternidade vai fechar. Que mais se seguirá??? É uma tristeza saber que a nossa cidade, tão importante e representativa no passado, se vá pouco a pouco tornando em Aldeia, é realmente muito triste que o nosso governo não respeite cidadãos com orgulho na sua terra, Até já li que pretendem fazer no centro historico um super centro comercial. Será possivel que se esqueçam e estraguem o nosso património com estas decisões aberrantes? Esquecer a história por causa de caprichos e interesses politicos, só para se poder dizer OLHEM O QUE JÁ FIZEMOS? só borradas.
Ficha bibliográfica [600996] AQUEDUTO DA AMOREIRA EM ELVAS Aqueducto da Amoreira em Elvas [Visual gráfico. - [Lisboa : s.n., ca. 1850] ([Lisboa : Lith. da Imp. N.al. - 1 gravura : litografia, p&b ; 20x26 cm. - Data atribuída segundo características formais. - Dim. da composição sem letra: 13,2x19,5 cm CDU 725.193(469.511)Aqueduto da Amoreira(084.1) 763(=1.469)"18"(084.1)
1e-3408-p_0001_t24-C-R0075.jpg

Alguém se lembra de ver esta imagem do nosso Aqueduto das Amoreiras??

Como a nossa terra era e é linda